Fragatas FREMM EVO

Robustas, letais e altamente tecnológicas, as novas Fragatas FREMM EVO - mais próximas de um Contratropedeiro (Destroyer) e menos de uma mera fragata - levarão a Marinha a um nível de capacidades operacionais que lhe permitirá lidar com uma variada gamas de ameaças, incluindo drones, mísseis balísticos e ameaças submarinas.


Fragatas FREMM EVO

Robustas, letais e altamente tecnológicas, as novas Fragatas FREMM EVO - mais próximas de um Contratropedeiro (Destroyer) e menos de uma mera fragata - levarão a Marinha a um nível de capacidades operacionais que lhe permitirão lidar com uma variada gamas de ameaças, incluindo drones, mísseis balísticos e ameaças submarinas.


Fragatas FREMM EVO

Fragatas FREMM EVO

As futuras Fragatas FREMM EVO da Marinha

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Em 20 de julho do corrente ano os Governos Português e Italiano assinaram um contrato para o fornecimento a Portugal de três fragatas da classe FREMM (Fragata Europeia Multi-Missão) EVO que serão entregues à Marinha Portuguesa entre 2029 e 2030.

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O contrato inclui não apenas a construção dos navios, mas também o apoio logístico, a transferência de tecnologia e as condições necessárias para garantir a sua operação durante, pelo menos, 30 anos. O acordo prevê ainda a participação da indústria portuguesa, a incorporação de empresas nacionais e a revitalização do Arsenal do Alfeite.

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Em 20 de julho de 2026, os Governos Português e Italiano assinaram um contrato para a aquisição de três fragatas da classe FREMM (Fragata Europeia Multi-Missão) EVO (Evolution) que serão entregues à Marinha entre 2029 e 2030.

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O contrato inclui não apenas a construção dos navios, mas também o fornecimento do apoio logístico, a transferência de tecnologia (e as condições necessárias para garantir a operação destes meios navais durante, pelo menos, 30 anos), a participação e incorporação de empresas nacionais no projeto e a revitalização do Arsenal do Alfeite.

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Em 20 de julho do corrente ano o Governo Português assinou com o Governo Italiano um contrato para a aquisição de três fragatas, à empresa italiana Fincantieri, da classe FREMM (Fragata Europeia Multi-Missão) EVO 8Evolution) que serão entregues à Marinha Portuguesa entre 2029 e 2030.

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Segundo o Ministério da Defesa Nacional, o contrato inclui não apenas a construção dos navios, mas também o apoio logístico, a transferência de tecnologia e as condições necessárias para garantir a sua operação durante, pelo menos, 30 anos. O acordo prevê ainda a participação da indústria portuguesa, a incorporação de empresas nacionais e a revitalização do Arsenal do Alfeite.

Estas Fragatas estão preparadas para enfrentar algumas das maiores ameaças dos conflitos atuais, incluindo os drones, mísseis e sistemas não tripulados. Equipadas com tecnologia de última geração para detectar e neutralizar estes alvos, podem operar tanto em águas costeiras como em alto-mar, em missões que vão da vigilância marítima à guerra antissubmarino, defesa aérea e proteção de forças navais.

A compra destes navios permitirá a Portugal cumprir os objetivos, em termos de capacidade, com a NATO acrescentando ainda uma "bolha" de defesa antiaérea de alta intensidade e capacidades de topo na luta antissubmarino. Na vertente aérea, dispõem de silos verticais (VLS, Vertical Launching Systrems) prontos para disparar mísseis antiaéreos Aster 15 e Aster 30, este último capaz de interceptar ameaças a distâncias superiores a 120 km, incluindo mísseis balísticos e hipersónicos, podendo proteger a quase totalidade do território continental relativamente a mísseis balísticos.

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Já na vertente de subsuperfície, são consideradas das mais avançadas do mundo na caça a submarinos. O casco, os motores e as hélices foram desenhados para mitigar ruídos e vibrações, conferindo ao navio capacidades que o torna extremamente difícil de detetar. Em paralelo, trazem o sonar rebocado de profundidade variável CAPTAS-4, desenrolado na popa para superar as camadas térmicas do oceano e detetar submarinos a longas distâncias.

A compra destes navios permitirá a Portugal cumprir os seus objetivos, em termos de capacidades de defesa antiaérea e luta antissubmarino. Na vertente aérea, irão dispõr de silos verticais (VLS, Vertical Launching Systrems) para lançamento de mísseis antiaéreos capazes de interceptar ameaças a distâncias superiores a 120 km, incluindo mísseis balísticos e hipersónicos, podendo proteger a quase totalidade do território continental relativamente a mísseis balísticos.

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Já na vertente de subsuperfície, são consideradas das mais avançadas do mundo na caça a submarinos. O casco, os motores e as hélices foram desenhados para mitigar ruídos e vibrações, conferindo ao navio capacidades que o torna extremamente difícil de detetar. Em paralelo, trazem o sonar rebocado, desenrolado na popa, para superar as camadas térmicas do oceano e detetar submarinos a longas distâncias.

Características das FREMM EVO

Características das Fragatas FREMM EVO

Características das FREMM EVO

Vejamos algumas características principais das Fragatas FREMM EVO em comparação com as Fragatas MEKO da Classe Vasco da Gama:

  • Tipo de navio: Fragata / Destroyer com capacidade oceânica;
  • Comprimento: 144 metros, em comparação com os 115,9 metros das MEKO;
  • Boca (largura): 19,7 metros, em comparação com os 14,5 metros das MEKO;
  • Deslocamento com carga máxima: cerca de 6.500 toneladas, em comparação com os 3.200 toneladas das MEKO;
  • Tripulação: 145 militares, em comparação com os 169 militares das MEKO. As FREMM EVO, sendo um navio com maior dimensão que as MEKO pode operar com uma tripulação de menor dimensão devido a um maior nível de automação e de gestão da plataforma;
  • Capacidade total: até 179 pessoas
  • Autonomia: cerca de 11.100 quilómetros (6.000 milhas náuticas), em comparação com os cerca de 7.400 quilómetros (4.000 milhas náuticas) das MEKO;
  • Permanência no mar: até 45 dias, em comparação com os 30 dias das MEKO;
  • Velocidade máxima: superior a 27 nós (+50 km/h).

Amamento das NRP FREMM EVO

Armamento e equipamento das Fragatas FREMM EVO

Armamento das NRP FREMM EVO

O armamento das futuras FREMM para a Marinha ainda não é do conhecimento público. No entanto e considerando que a construtora selecionada para o fornecer estes navios foi a Fincantieri italiana, é provável que as unidades que a Marinha irão receber a configuração na FREMM EVO italiana., incluindo a utilização de células verticais para lançamento de mísseis. Assim:

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ARMAMENTO PARA DEFESA AÉREA, SAM (Surface-to-Air Missile)

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As FREMM Italianas dispõem de um Sistema de Lançamento Vertical com 16 Células Sylver A-50 (com dois módulos de oito tubos de lançamento cada). Segundo a Fincantieri, as novas Fragatas estarão dotadas com um novo sistema integrado de combate e novos radares que, terão a capacidade de defesa contra mísseis balísticos. De acordo com algumas notícias vindas a publico as FREMM EVO da Marinha poderão vir a estar equipadas com 32 tubos de lançamento, sendo que 16 delas seriam do tipo A-50 (para os Aster 15, Aster 30 e B1/BiNT) e as restantes 16 seriam do tipo A-70 (concebidas para o míssil MdCN.).

O armamento das futuras FREMM da Marinha ainda não é do conhecimento público. No entanto e considerando que a construtora selecionada foi a Fincantieri italiana, é provável que as unidades que a Marinha vai receber serão da configuração na FREMM EVO italiana., incluindo as células verticais para lançamento de mísseis. Assim:

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ARMAMENTO PARA DEFESA AÉREA, SAM

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Segundo últimas notícias vindas a público, as FREMM EVO da Marinha estarão equipadas com um novo sistema integrado de combate e novos radares com capacidade de defesa contra mísseis balísticos e 32 tubos de lançamento A-50 para os mísseis Aster 15, Aster 30 e B1/BiNT.

Assim, as FREMM EVO da Marinha terão a capacidade de lançar os seguintes mísseis:

  • SAM Aster 15. Dados divulgados: alcance de 30 km a 60 km (míssil de curto alcance porque tem um alcance entre 10 e 100 kms); velocidade Mach 3 / +3.600 km/hora; altitude máxima de operação inferior a 13 km;
  • SAM Aster 30. Dados divulgados: alcance de 120 km (míssil de médio alcance porque tem um alcance superior a 100 kms e inferior a 1.000 km); velocidade Mach 4,5; altitude máxima de operação +13 km, com o navio a poder fornecer Defesa Aérea a uma força Naval ou a uma área significativa de território e não apenas autodefesa pontual do próprio;
  • SAM Aster 30 Bloco 1 e Bloco B1NT. A EVO estará a ser configurada, com um novo radar para dar ao navio uma capacidade mais avançada de defesa aérea contra determinadas ameaças balísticas para poder utilizar o SAM Aster 30 B1NT que poderá ter um alcance superior a 150 km.

Em termos práticos, a conjugação da operação das células A-50 com os mísseis Aster 30 cria permitirá às FREEM EVO da Marinha cria uma "bolha" de defesa aérea de cerca de 120 km, em redor do grupo naval que integra (por isso poderá funcionam como o escudo de proteção indispensável no acompanhamento do futuro Navio de Múltiplas Funções, o NRP D. João II, em cenário/missões de risco) ou de uma área designada, contra: aeronaves, mísseis de cruzeiros e, na versão mais recente deste míssil (Bloco 1 e Bloco 1NT) também contra mísseis balísticos. Uma capacidade que Portugal ainda não dispõe.

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  • SAM Aster 15. Dados divulgados: míssil de curto alcance (30 km a 60 km; velocidade Mach 3 (+3.600 km por hora); altitude máxima de operação inferior a 13 km;
  • SAM Aster 30. Dados divulgados: míssil de médio alcance (120 km); velocidade Mach 4,5; altitude máxima de operação +13 km, com o navio a poder fornecer Defesa Aérea a uma força Naval ou a uma área significativa de território e não apenas autodefesa pontual do próprio;
  • SAM Aster 30 Bloco 1 e Bloco B1NT. A EVO estará a ser configurada, com um novo radar para dar ao navio uma capacidade mais avançada de defesa aérea contra determinadas ameaças balísticas para poder utilizar o SAM Aster 30 B1NT que poderá ter um alcance superior a 150 km.

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Em termos práticos, a conjugação da operação das células A-50 com os mísseis Aster 30 cria permitirá às FREEM EVO da Marinha cria uma "bolha" de defesa aérea de cerca de 120 km, em redor do grupo naval que integra (por isso poderá funcionam como o escudo de proteção indispensável no acompanhamento do futuro Navio de Múltiplas Funções, o NRP D. João II, em cenário/missões de risco) ou de uma área designada, contra: aeronaves, mísseis de cruzeiros e, na versão mais recente deste míssil (Bloco 1 e Bloco 1NT) também contra mísseis balísticos. Uma capacidade que Portugal ainda não dispõe.

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  • SAM Aster 15. Dados divulgados: alcance de 30 km a 60 km (míssil de curto alcance porque tem um alcance entre 10 e 100 kms); velocidade Mach 3 / +3.600 km/hora; altitude máxima de operação inferior a 13 km;
  • SAM Aster 30. Dados divulgados: alcance de 120 km (míssil de médio alcance porque tem um alcance superior a 100 kms e inferior a 1.000 km); velocidade Mach 4,5; altitude máxima de operação +13 km, com o navio a poder fornecer Defesa Aérea a uma força Naval ou a uma área significativa de território e não apenas autodefesa pontual do próprio;
  • SAM Aster 30 Bloco 1 e Bloco B1NT. A EVO estará a ser configurada, com um novo radar para dar ao navio uma capacidade mais avançada de defesa aérea contra determinadas ameaças balísticas para poder utilizar o SAM Aster 30 B1NT que poderá ter um alcance superior a 150 km.

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Em termos práticos, a conjugação da operação das células A-50 com os mísseis Aster 30 cria permitirá às FREEM EVO da Marinha cria uma "bolha" de defesa aérea de cerca de 120 km, em redor do grupo naval que integra (por isso poderá funcionam como o escudo de proteção indispensável no acompanhamento do futuro Navio de Múltiplas Funções, o NRP D. João II, em cenário/missões de risco) ou de uma área designada, contra: aeronaves, mísseis de cruzeiros e, na versão mais recente deste míssil (Bloco 1 e Bloco 1NT) também contra mísseis balísticos. Uma capacidade que Portugal ainda não dispõe.

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ARMAMENTO PARA ATAQUE EM PROFUNDIDADE SSM (Surface-to-Surface Missile)

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  • MdCN/SCALP. Se Portugal vier a contratar a instalação das células A-70 e adquirir este míssil, as FREMM EVO terão a capacidade de lançar o míssil  MdCN/SCALP Naval (Missile De Croisière Naval, míssil de Cruzeiro Naval) de ataque terrestre em grande profundidade com um alcance superior a 1.000 km , navegação a baixa altitude adaptada ao terreno e sensor infravermelho de proximidade, com precisão métrica, do tipo fire-and-forget, velocidade subsónica  de Mach 0,8 a 0,9 e uma carga militar próxima dos 300 kg otimizada contra alvos "duros" (características que o tornam similar ao míssil BGM-109 Tomahawk dos EUA, em termos de missão).

ARMAMENTO PARA ATAQUE EM PROFUNDIDADE SSM (Surface-to-Surface Missile)

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  • Míssil MdCN/SCALP. Se Portugal vier a contratar a instalação das células A-70 e adquirir este míssil, as FREMM EVO terão a capacidade de lançar um míssil  de ataque terrestre em profundidade com um alcance superior a 1.000 km, navegação a baixa altitude adaptada ao terreno e sensor infravermelho de proximidade, com precisão métrica, do tipo fire-and-forget, velocidade subsónica (Mach 0,8 a 0,9) e uma carga militar (300 kg) otimizada contra alvos "duros" (características similares ao míssil BGM-109 Tomahawk).
  • Stratus RS. Os navios, com células A70, poderão vir a utilizar o Stratus RS (futuro míssil europeu de ataque de longo alcance, ainda em desenvolvimento).

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ARMAMENTO DE DEFESA CONTRA AMEAÇAS DE SUPERFÍCIE, INCLUINDO ANTI-NAVIO

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A configuração EVO italiano prevê a instalação de mísseis antinavio a partir de sistemas de lançamento duplos (um total de quatro lançados duplos; oito mísseis), com capacidade de utilização contra alvos terrestres, embora não seja equivalente a um verdadeiro míssil de cruzeiro de ataque profundo, o:

ARMAMENTO DE DEFESA CONTRA AMEAÇAS DE SUPERFÍCIE, INCLUINDO ANTI-NAVIO

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A configuração EVO italiano prevê a instalação de mísseis anti-navio a partir de sistemas de lançamento duplos (um total de quatro lançados duplos; oito mísseis), com capacidade de utilização contra navios e alvos terrestres, o:

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  • Míssil Teseo MK2/E. dados divulgados: alcance de 350 km; velocidade superior à subsónica; com elevada capacidade de manobra na sua fase terminal; baixa assinatura radar; ogiva com carga explosiva de efeito perfurante (míssil com capacidades ao nível do Exocet).

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  • Teseo MK2/E. dados divulgados: alcance de 350 km; velocidade superior à subsónica; com elevada capacidade de manobra na sua fase terminal; baixa assinatura radar; ogiva com carga explosiva de efeito perfurante (míssil com capacidades ao nível do Exocet).

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GUERRA ANTISSUBMARINA

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Estes navios são consideradas dos mais avançadas na caça a submarinos. O casco, os motores e as hélices foram desenhados para mitigar ruídos e vibrações, conferindo ao navio capacidades que o torna extremamente difícil de detectar. Em simultâneo, rebocam um sonar de profundidade variável CAPTAS-4, desenrolado na popa para superar as camadas térmicas do oceano e detectar submarinos a longas distâncias. Assim, virão equipadas com:

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  • Torpedos MU-90. Torpedo ligeiro antissubmarino, com velocidade entre 29 e 50 nós; alcance operacional até 25 kms (variável de acordo com a fase da missão), fire-and-forget, com capacidade de operar até uma profundidades superiores de 3 mts a 1 km e ogiva explosiva de efeito dirigido. Podem ser lançados lançados do navio (através de dois sistemas triplos) ou de um helicóptero;
  • Torpedos MU-90. Dedos divulgados: torpedo ligeiro antissubmarino, com velocidade entre 29 e 50 nós; alcance operacional entre 12 e 25 kms (variável de acordo com a fase da missão), do tipo fire-and-forget, com capacidade de operar até profundidades entre os 3 mts a 1 km e ogiva explosiva de efeito dirigido. Podem ser lançados do navio (através de dois sistemas triplos) ou de um helicóptero;
  • Sonares e outros equipamentos. As EVO estarão equipadas com sonar  de casco, sonar rebocado e capacidade de guerra anti-submarina e de operar um helicóptero ASW;.
  • Sonares e outros equipamentos. As EVO estarão equipadas com sonar  de casco + sonar rebocado + processamento de guerra anti-submarina e a capacidade de operar helicóptero ASW;.

SISTEMAS DE ARTILHARIA

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O canhão continua a ter um papel fundamental nas unidades navais, sobretudo na defesa próxima do navio, contra alvos de baixo valor e ameaças assimétricas e para compensar as limitações operacionais da generalidade dos mísseis que não têm guiamento nos primeiras centenas de metros percorridos, seguindo uma trajetória balística. Assim ersSe mantiverem a mesma configuração das EVO italianas, as futuras EVO da Marinha irão dispor das seguintes armas:

SISTEMAS DE ARTILHARIA

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O canhão continua a ter um papel fundamental nas unidades navais, sobretudo na defesa próxima do navio, contra alvos de baixo valor e ameaças assimétricas e para compensar as limitações operacionais da generalidade dos mísseis que não têm guiamento nos primeiras centenas de metros percorridos em que seguem uma trajetória balística. Assim e se mantiverem a mesma configuração das EVO italianas, as futuras EVO da Marinha irão dispor das seguintes armas:

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  • Canhão OTO/Leonardo 76/62 Strales. Canhão com calibre nominal de 76,2 e um cano com comprimento de 4,72 metros com a capacidade de usar munições guiadas DART, para autodefesa do navio contra aeronaves, drones, alguns mísseis antinavio e outras ameaças de superfície;

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  • Canhão OTO/Leonardo 76/62 Strales. Canhão com calibre nominal de 76,2 e um cano com comprimento de 4,72 metros com a capacidade de usar munições guiadas DART, para autodefesa do navio contra aeronaves, drones, alguns mísseis antinavio e outras ameaças de superície;

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  • Canhão Lionfish 30mm. Instalado em estações remotamente controladas, assegurando a defesa próxima contra pequenas embarcações, drones e ameaças assimétricas.

RADARES E OUTROS EQUIPAMENTOS

  • Radar Leonardo Kronos DBRA. A principal "vantagem" operacional das Fragatas FREMM EVO será o Radar  Leonardo Kronos DBR (Dual Band Radar), adequado para: vigilância aérea; controlo dos mísseis que o navio utiliza; detecção e seguimento de alvos de menor dimensão; eliminação de ameaças a curtas distâncias. Sendo ainda de referir que este Radar foi concebido para a defesa contra mísseis balísticos no Teatro de operações;
  • Equipamentos de guerra eletrônica. À semelhança das EVO italianas, as futuras EVO da Marinha poderão vir a dispor de um sistema integrado de guerra eletrônica que permitirá a detecção passiva, identificação e avaliação das ameaças e o acionamento das contramedidas eletrônicas apropriadas. 

As futuras Fragatas da Marinha, terão mais do  dobro da dimensão das atuais ao serviço da marinha, conferindo-lhes uma maior estabilidade em mares difíceis e longe da costa, além de mais espaço para configurações mais diversificados e completos). Considerando ainda o armamento e sensores que poderão vir a equipar estes navios,  tornam-as mais próximos da classe de um Contratorpedeiro (Destroyer) e menos de uma classe de navios menores e com menos capacidades (sobretudo em comparação com as atuais fragatas MEKO em serviço na Marinha) da qual apenas nominalmente faz parte, fragatas.

Assim, em conclusão, as futuras Fragatas FREMM EVO da Marinha virão a ser mais do que meras fragatas. As suas dimensões (mais do dobro das atuais ao serviço da Marinha), confere-lhes uma maior estabilidade em mares difíceis e longe da costa (além de proporcionarem mais espaço para configurações mais diversificados) e as capacidades que lhes são atribuídas pelo armamento e sensores que poderão vir a receber (sobretudo a capacidade de defesa contra mísseis balísticos) irão torná-las mais próximos da classe de um Contratorpedeiro (Destroyer) e menos de uma classe de navios menores e com menos capacidades da qual apenas nominalmente fazem parte (Fragatas). A imagem seguinte identifica uma das configurações operacionais possíveis.