NRP Dom João II

A nova Plataforma Multifuncional da Marinha, a primeira no género na Eurpa. Concebida para operar drones aéreos, superfície e subaquáticos, no cumprimento de diversos tipos de missões de longa duração, de interesse científico, ambiental. busca e salvamento e de soberania nacional


NRP Dom João II - Conceito

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O desenvolvimento de navios capazes de atuar como bases para drones pode transformar a forma como marinhas de menor dimensão podem conduzir eficazmente operações de fiscalização, ciência, resposta a desastres e segurança marítima. O conceito subjacente à utilização meios navais e aéreos não tripulados decorre da importância crescente deste tipo de tecnologia em operações militares e de natureza civil, com aplicações que vão desde a vigilância ambiental e dos recursos económicos até missões de busca e salvamento

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Portugal vai reforçar, de forma significativa, a sua capacidade de vigilância marítima, investigação científica e resposta a ameaças híbridas com a entrada ao serviço do Navio da República Portuguesa NRP D. João II - a futura Plataforma Naval Multifuncional da Marinha Portuguesa - que foi concebido para operar drones aéreos, de superfície e subaquáticos em missões de longa duração. e referir que este Navio encontra-se em fase avançada de construção sendo que em junho do corrente ano  recebeu o

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Portugal vai reforçar, de forma significativa, as capacidades de vigilância marítima, investigação científica e resposta a ameaças híbridas da Marinha com a entrada ao serviço do NRP D. João II - a futura Plataforma Naval Multifuncional - que foi concebido para operar drones aéreos, de superfície e subaquáticos em missões de longa duração.

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Este Navio encontra-se em fase avançada de construção sendo que em junho do corrente ano recebeu o certificado de conclusão de construção estando agora a decorrer o comissionamento dos sistemas, os testes e a preparação da futura guarnição. A entrega à Marinha está agendada para abril de 2027.

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certificado de conclusão de construção estando agora a decorrer o comissionamento dos sistemas, os testes e a preparação da sua futura guarnição. A entrega definitiva à Marinha Portuguesa está agendada para abril de 2027.

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O NRP Dom João II poderá desempenhar diversos tipos de missões, incluindo:

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  • Vigilância e Segurança Marítima;
  • Investigação Oceanográfica, sendo que as operações de caráter científico contemplam a  recolha, processamento, tratamento e transmissão de dados em tempo real sobre o mar português;
  • Monitorização ambiental;
  • Operação  de sistemas não tripulados (drones) aéreos, de superfície e subaquáticos;
  • Operações de busca e salvamento, prestando assistência em caso de catástrofes, no âmbito do qual poderá, em situações de emergência, acolher temporariamente entre 100 e 200 pessoas;

O NRP Dom João II poderá desempenhar diversos tipos de missões, incluindo:

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  • Vigilância e Segurança Marítima;
  • Investigação Oceanográfica;
  • Monitorização ambiental;
  • Operação  de sistemas não tripulados (drones) aéreos, de superfície e subaquáticos;
  • Operações de busca e salvamento, prestando assistência em caso de catástrofes, em articulação com as autoridades de Proteção Civil, no âmbito do qual poderá, em situações de emergência, acolher temporariamente entre 100 e 200 pessoas;
  • O navio estará igualmente ao serviço da proteção da soberania do país, ao proporcionar a vigilância, inspeção e fiscalização no mar português.
  • O navio estará igualmente ao serviço da proteção da soberania do país, ao proporcionar a vigilância, inspeção e fiscalização no mar português.
  • Operações de busca e salvamento, prestando assistência em caso de catástrofes, em articulação com as autoridades de Proteção Civil, no âmbito do qual poderá, em situações de emergência, acolher temporariamente entre 100 e 200 pessoas;
  • O navio estará igualmente ao serviço da proteção da soberania do país, ao proporcionar a vigilância, inspeção e fiscalização no mar português.

O Projeto original do Navio é o de vir a ser uma Plataforma Naval Multifuncional porta-drones, sendo descrito, em algumas publicações da especialidade, como destinado a executar diversos tipos de missões, incluindo operações de vigilância, de investigação oceanográfica, operações com sistemas não tripulados, apoio a emergências, entre outras, tendo, para esse efeito, sido dotado de espaços de missão e arquitetura modular que permitem adicionar equipamento posteriormente e ser configurado de forma a poder transportar equipamentos e material, para cumprir com a missão que lhe for atribuída.

Neste navio, será possível colocar 18 contentores de cerce de 610 cm, incluindo câmaras hiperbáricas e estrutura hospitalar, 18 viaturas ligeiras, entre as quais ambulâncias, bem como dez embarcações para além da sua dotação normal. Está ainda prevista a inclusão de uma grua “que põe 30 toneladas a 14 metros” (que lhe garante auto-suficiência) e do ROV Luso, um veículo de operação remota capaz de alcançar uma profundidade de 6.000 metros.

As operações de caráter científico incluem a recolha, processamento, tratamento e transmissão de dados em tempo real sobre o mar português, além de tarefas de observação e monitorização ambiental. Desde a fase de projeto, está prevista a instalação de laboratórios permanentes, numa lógica de estreita colaboração com as universidades e de elevada interoperabilidade entre entidades civis e militares. A segurança é outro dos eixos de atuação do navio, que levará a cabo operações de busca e salvamento, prestando assistência em caso de catástrofes, em articulação com as autoridades de Proteção Civil. O navio estará igualmente ao serviço da proteção da soberania do país, ao proporcionar a vigilância, inspeção e fiscalização no mar português. Será ainda usado para retirar cidadãos de zonas perigosas ou de conflito.

Neste navio, será possível colocar 18 contentores de cerce de 610 cm, incluindo câmaras hiperbáricas e estrutura hospitalar, 18 viaturas ligeiras, entre as quais ambulâncias, bem como dez embarcações para além da sua dotação normal. Está ainda prevista a inclusão de uma grua “que põe 30 toneladas a 14 metros”, o que garante autossuficiência, e do ROV Luso, um veículo de operação remota capaz de alcançar uma profundidade de 6.000 metros.

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As operações de caráter científico incluem a recolha, processamento, tratamento e transmissão de dados em tempo real sobre o mar português, além de tarefas de observação e monitorização ambiental. Está prevista a instalação de laboratórios permanentes, numa lógica de estreita colaboração com as universidades e de elevada interoperabilidade entre entidades civis e militares. O navio, levará a cabo operações de busca e salvamento, prestando assistência em caso de catástrofes, em articulação com as autoridades de Proteção Civil. O navio estará igualmente ao serviço da proteção da soberania do país, ao proporcionar a vigilância, inspeção e fiscalização no mar português. A este nível, será ainda usado para retirar cidadãos de zonas perigosas ou de conflito.

Sendo de sublinhar que o foco do NRP Dom João II está menos nas armas e mais nos sistemas que transporta, sobretudo sistemas não tripulados (drones):

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  • Operação de drones aéreos (UAV).
  • Operação de veículos de superfície não tripulados (USV).
  • Operação de veículos subaquáticos autónomos (AUV/UUV).
  • Plataforma e hangar para aeronaves e drones.
  • Sistema avançado para comando, controlo, comunicações e gestão das operações..

O NRP Dom João II estará equipada com um convés de voo, e correspondente hangar, para helicópteros médios (tipo NH90 ou SH60), sendo que a configuração desta estrutura lhe confere também capacidade para aterrar e fazer descolar um helicóptero pesado baseado em terra (tipo EH-101)s.

Armamento e equipamento do NRP Dom João II

Aparentemente, não há ainda uma decisão sobre o armamento do Dom João II. Contudo, o navio terá de dispor alguns sistemas de armas de autoproteção para poder cumprir as missões que lhe forem atribuídas ao serviço da proteção da soberania do país, de vigilância, inspeção e fiscalização no mar português.

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Uma hipótese plausível é de o NRP Dom João II vir a utilizar o armamento que também está a ser adquirido para os navios de patrulha oceânicos. Até porque este armamento é considerado como sendo adequado a servir como armamento principal de navios pequenos ou secundário de navios maiores, com instalação sem penetração do convés. Para além das óbvias vantagens em termos do treino de operação e manutenção, sustentação da manutenção, partilha de stocks; custo, entre outras.

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Assim, a concretizar-se esta possibilidade e considerando as características do projeto e as poucas imagens conhecidas, é possível o navio possa vir a utilizar:

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  • Sistema Marlin com o canhão ATK M44 Bushmaster de calibre 30 mm (trata-se de uma estação estabilizada, remotamente controlada e com integração eletro-óptica) e o Medusa MK4/B (é o sistema eletro-óptico de direção/controlo de tiro):
  • Metralhadoras pesadas de 12,7 mm em estações remotamente operadas ou com montagem manual;
  • Possibilidade de instalar armamento ligeiro adicional conforme a missão.

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Aparentemente, não há ainda uma decisão sobre o armamento do NRP D. João II. Contudo, terá de dispor algumas armas para autoproteção e assim poder cumprir as missões que lhe forem atribuídas no âmbito da proteção da soberania do país, vigilância, inspeção e fiscalização no mar português. Armamento que poderá ser instalado, numa solução modular, para assegurar a sua autodefesa, em vez de o transformar num combatente fortemente armado, como se fosse uma fragata ou um navio de combate anfíbio

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Uma hipótese plausível é de vir a utilizar o armamento que também está a ser adquirido para os navios de patrulha oceânicos. Até porque este armamento é considerado como sendo adequado a servir como armamento principal de navios pequenos ou secundário de navios maiores, com instalação sem penetração do convés. Para além das óbvias vantagens decorrentes desta estandardização do armamento a diferentes tipos de plataformas, nomeadamente; em termos do treino de operação e manutenção, sustentação da manutenção, partilha de stocks; custo, entre outras.

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Assim, a concretizar-se esta possibilidade e considerando as características do projeto e as poucas imagens conhecidas, é possível o navio possa vir a utilizar:

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  • Sistema Marlin com o canhão ATK M44 Bushmaster de calibre 30 mm (trata-se de uma estação estabilizada, remotamente controlada e com integração eletro-óptica) e o Medusa MK4/B (é o sistema eletro-óptico de direção/controlo de tiro):
  • Metralhadoras pesadas de 12,7 mm em estações remotamente operadas ou com montagem manual;
  • Possibilidade de instalar armamento ligeiro adicional conforme a missão.

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A imagem ilustra uma possível "arquitetura" que poderá ser adotada para a configuração de defesa com o armamento que o navio poderá vir a receber para o cumprimento de missões no âmbito da soberania nacional e de segurança. A ilustração inclui os meios de utilização dual (militar e civil), sendo de sublinhar que subsistem dúvidas sobre qual virão a ser, de facto, as armas que vão ser adquiridas e em que "posições" poderão vir a ser instaladas.