Os futuros Navios da Marinha

Os novos navios que estão a ser adquiridos para a Marinha e que representam um importante salto qualitativo em termos tecnológicos e de capacidades operacionais e que permitirão à Marinha cumprir, adequadamente, as suas missões, quer nos plano Nacional, quer no plano dos acordos internacionais que Portugal  mantém.


Os futuros Navios da Marinha

Os novos navios que estão a ser adquiridos para a Marinha e que representam um importante salto qualitativo em termos tecnológicos e de capacidades operacionais e que permitirão à Marinha cumprir, adequadamente, as suas missões, quer nos plano Nacional, quer no plano dos acordos internacionais que Portugal  mantém.

Os 12 novos navios para a Marinha




A r m a d a    P o r t u g u e s a

Os novos Navios e Sistemas de Armas em aquisição para a Marinha

Armada Portuguesa

Os novos Navios e Sistemas de Armas em aquisição para a Marinha

Que tipo de Marinha de Guerra Portugal necessita ter?

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Portugal não necessita de uma Marinha de Guerra comparável às de grandes potências. Necessita, sim, de uma marinha eficaz, moderna, bem equipada e com meios operacionais em número e tecnologicamente evoluídos (privilegiando e qualidade em detrimento da quantidade) que lhe permita defender os seus interesses económicos, soberania e cumprir as suas obrigações em termos de:

1

  • Proteção do território continental e dos arquipélagos e das populações, em caso de guerra;
  • Proteção das infraestruturas críticas, como os cabos submarinos e os parques eólicos offshore;
  • Segurança das rotas marítimas;
  • Fiscalização e combate a atividades ilegais e ao crime;
  • Busca e salvamento, na zona que lhe está atribuída;
  • Compromissos com a NATO e a União Europeia;
  • Resposta a crises e ajuda humanitária.

Que tipo de Marinha de Guerra Portugal necessita ter?

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Portugal não necessita de uma Marinha de Guerra comparável às de grandes potências. Necessita, sim, de uma marinha eficaz, moderna, bem equipada e com meios operacionais em número e tecnologicamente evoluídos (privilegiando e qualidade em detrimento da quantidade) que lhe permita defender os seus interesses económicos, soberania e cumprir as suas obrigações em termos de:

1

  • Proteção do território continental e dos arquipélagos e das populações, em caso de guerra;
  • Proteção das infraestruturas críticas, como os cabos submarinos e os parques eólicos offshore;
  • Segurança das rotas marítimas;
  • Fiscalização e combate a atividades ilegais e ao crime;
  • Busca e salvamento, na zona que lhe está atribuída;
  • Compromissos com a NATO e a União Europeia;
  • Resposta a crises e ajuda humanitária.

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Considerando ainda a extensa área marítima Nacional, uma das maiores da Europa (1,7 milhões de km2), que poderá aumentar significativamente se a extensão da Plataforma Continental for reconhecida, deverá ainda ser capaz de:

2

  • Proteger, na Zona Económica Exclusiva, os seus recursos pesqueiros, minerais e energéticos. 

1Considerando ainda a extensa área marítima Nacional, uma das maiores da Europa (1,7 milhões de km2), que poderá aumentar significativamente se a extensão da Plataforma Continental for reconhecida, deverá ainda ser capaz de:

2

  • Proteger, na Zona Económica Exclusiva, os seus recursos pesqueiros, minerais e energéticos. 

Que tipo de Marinha de Guerra Portugal necessita ter?

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Portugal não necessita de uma Marinha de Guerra comparável às de grandes potências. Necessita, sim, de uma marinha eficaz, moderna, bem equipada e com meios operacionais em número e tecnologicamente evoluídos (privilegiando e qualidade em detrimento da quantidade) que lhe permita defender os seus interesses económicos, soberania e cumprir as suas obrigações em termos de:

1

  • Proteção do território continental e dos arquipélagos e das populações, em caso de guerra;
  • Proteção das infraestruturas críticas, como os cabos submarinos e os parques eólicos offshore;
  • Segurança das rotas marítimas;
  • Fiscalização e combate a atividades ilegais e ao crime;
  • Busca e salvamento, na zona que lhe está atribuída;
  • Compromissos com a NATO e a União Europeia;
  • Resposta a crises e ajuda humanitária.

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Considerando ainda a extensa área marítima Nacional, uma das maiores da Europa (1,7 milhões de km2), que poderá aumentar significativamente se a extensão da Plataforma Continental for reconhecida, deverá ainda ser capaz de:

2

  • Proteger, na Zona Económica Exclusiva, os seus recursos pesqueiros, minerais e energéticos. 

Áreas marítimas sob jurisdição portuguesa

Áreas marítimas sob jurisdição portuguesa

As áreas marítimas sobe a jurisdição e responsabilidade de Portugal.

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As zonas/áreas marítimas sob soberania e/ou jurisdição portuguesa, de acordo com o estabelecido na Convenção das Nações Unidas Direito do Mar (CNUDM), incluem:

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  • As Áreas Interiores Marítimas, fora da embocadura dos rios (6.508 km2 no Continente, 6.082 km2 no arquipélago dos Açores e 825 km2 no arquipélago da Madeira);
  • O Mar Territorial, onde Portugal exerce soberania sobre o leito do mar, subsolo marinho e pleno controlo sobre a massa de água e espaço aéreo sobrejacente;

As zonas/áreas marítimas sob soberania e/ou jurisdição portuguesa, de acordo com o estabelecido na Convenção das Nações Unidas Direito do Mar (CNUDM), incluem:

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  • As Áreas Interiores Marítimas, fora da embocadura dos rios (6.508 km2 no Continente, 6.082 km2 no arquipélago dos Açores e 825 km2 no arquipélago da Madeira);
  • O Mar Territorial, onde Portugal exerce soberania sobre o leito do mar, subsolo marinho e pleno controlo sobre a massa de água e espaço aéreo sobrejacente;
  • Zona Contígua, a partir do limite exterior do mar territorial até às 24 milhas náuticas;
  • A Zona Económica Exclusiva, até 200 milhas, onde Portugal exerce o direito a explorar, gerir e conservar os recursos naturais aí existentes e recursos energéticos renováveis;
  • A Plataforma Continental, onde Portugal exerce direitos de soberania para efeitos de exploração e aproveitamento dos seus recursos naturais, sendo os mesmos exclusivos;
  • Zona Contígua, a partir do limite exterior do mar territorial até às 24 milhas náuticas;
  • A Zona Económica Exclusiva, até 200 milhas, onde Portugal exerce o direito a explorar, gerir e conservar os recursos naturais aí existentes e recursos energéticos renováveis;
  • A Plataforma Continental, onde Portugal exerce direitos de soberania para efeitos de exploração e aproveitamento dos seus recursos naturais, sendo os mesmos exclusivos;
  • A Área de Responsabilidade de Busca e Salvamento, onde Portugal ér responsável por assegurar este serviço num espaço geográfico com cerca de 5.754.848 km2.

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[  Para mais informação sugere-se a consulta do site da DGRM (link em baixo) ]

DGRM

Projetos em execução para a Marinha:

Neste âmbito, estão planeadas as aquisições de doze diferentes Unidades Navios, sendo que, de acordo com o planeamento estabelecido, nos próximos cinco anos (até ao final da década, em 2030) serão entregues à Marinha os seguintes novos navios:

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  • Um Navio multifunções portadrones; o NRP Dom João II;
  • Três Fragatas do tipo FREMM (Fragatas Europeias Multimissão) EVO (Evolution);
  • Dois Navios reabastecedores, os NRP Luís de Camões e o NRP Dom Dinis;
  • Seis Patrulhas Oceânicos da nova Série 3.

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Abordaremos o essencial de cada um destes subprojetos devendo-se, desde já, ressaltar que embora as plataformas de armas, na sua "base", estejam já definidos, existem ainda importantes detalhes "operacionais" por definir - sobretudo relacionados com a arquitetura e configuração do sistema de gestão operacional, sensores, equipamentos, capacidade de guerra electrónica e os sistemas de armas que poderão vir a equipar estas plataformas de armas.

Ainda no âmbito do programa SAFE, foi ainda assinado no dia 27 de agosto, no Forte de São João Batista, no Porto, entre o Subdiretor-geral do Armamento, Contra-almirante António Mateus e a Secretáriade de Estado da Defesa de Espanha, Maria Garcia, um Memorando de Entendimento, entre Portugal e Espanha, para a aquisição e fornecimento a Portugal de 75 viaturas táticas blindadas ligeiras URO VAMTAC.

Ainda no âmbito do programa SAFE, foi ainda assinado no dia 27 de agosto, no Forte de São João Batista, no Porto, entre o Subdiretor-geral do Armamento, Contra-almirante António Mateus e a Secretáriade de Estado da Defesa de Espanha, Maria Amparo Valcarce Garcia, na presença de ambos os Ministras da Defesa de ambos os países, um Memorando de Entendimento, entre Portugal e Espanha, para a aquisição e fornecimento a Portugal de 75 viaturas táticas blindadas ligeiras URO VAMTAC.

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Estas viaturas são destinadas a equipar o Corpo de Fuzileiros navais, estando a entrega destes equipamentos, a Portugal, agendada para acontecer entre 2027 e 2029.

Estas viaturas são destinadas a equipar o Corpo de Fuzileiros navais, estando a entrega destes equipamentos, a Portugal, agendada para acontecer entre 2027 e 2029.