Surpreendente ... ou talvez não!


Agenda - temas abordados:

Temas abordados nesta página:

  1. A Terra cruza uma nova linha vermelha: sete dos nove limites planetários estabelecidos já foram ultrapassados [METEORED, Portugal, setembro de 2026]
  2. As distâncias diminuem drasticamente em viagens  no Universo a velocidades próximas da velocidade da luz [Brian Cox; publicado no Youtube; 2026]
  3. O preocupante ataque autónomo, fora do controlo humano, da Agentes de Inteligência Artificial a um SITE externo [a discussão contínua]
  4. A atual importância estratégica da Groenlândia [um tema de importância atual]
  5. A destruição da humanidade - tema do filme Exterminador Implacável - é possível vir a acontecer, no futuro, por ação da Inteligência Artificial? [próxima publicação]

Desenvolvimento:

As preocupações sobre os riscos da Inteligência Artificial para a segurança global

 "O homem a transmitir o conhecimento à IA, como um paralelo moderno à Criação de Adão, do quadro de Michelangelo, do Séc. XVI"

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As preocupações sobre os riscos da Inteligência Artificial para a segurança global

 "O homem a transmitir o conhecimento à IA, como um paralelo moderno à Criação de Adão, do quadro de Michelangelo, do Séc. XVI"


1. Sete dos novos limites do planeta Terra já foram ultrapassados...

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O novo relatório científico (Planetary Helth Check 2026), elaborado por mais de 60 cientistas internacionais, alerta que 7 dos 9 limites que regulam a estabilidade do planeta já foram ultrapassados e que todos eles continuam a afastar-se ainda mais do nível considerado seguro.

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O relatório foi apresentado em 21 de setembro pelo Laboratório de Ciência dos Limites Planetários do Instituto Potsdam de Investigação sobre o Impacto Climático (PIK) e fornece uma atualização anual sobre a situação dos principais processos que mantêm a estabilidade do sistema terrestre.

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Este "check-up de saúde" da Terra lança, mais uma vez um sinal de alerta sobre o estado em que se encontra o nosso planeta.

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O novo relatório científico (Planetary Helth Check 2026), elaborado por mais de 60 cientistas internacionais, alerta que 7 dos 9 limites que regulam a estabilidade do planeta já foram ultrapassados e que todos eles continuam a afastar-se ainda mais do nível considerado seguro.

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O relatório foi apresentado em 21 de setembro pelo Laboratório de Ciência dos Limites Planetários do Instituto Potsdam de Investigação sobre o Impacto Climático (PIK), que fornece uma atualização anual sobre a situação dos principais processos que mantêm a estabilidade do sistema terrestre.

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Este "check-up de saúde" da Terra lança, mais uma vez, um sinal de alerta sobre o estado em que se encontra o nosso planeta.

Os limites são indicadores que permitem avaliar em que medida a capacidade da Terra para manter condições relativamente estáveis está a ser alterada, sendo que os 9 processos analisados são:

  • Integridade da biosfera;
  • Mudanças no uso da terra;
  • Alterações na água doce;
  • Fluxos biogeoquímicos;
  • Novas entidades, como produtos químicos e plásticos:
  • Acidificação dos oceanos;
  • Depleção da camada de ozono estratosférico;
  • Carga de aerossóis atmosféricos.

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De acordo com esta nova avaliação, 7 eles estão fora

Os limites são indicadores que permitem avaliar em que medida a capacidade da Terra para manter condições relativamente estáveis está a ser alterada, sendo que os 9 processos analisados são:

  • Integridade da biosfera;
  • Mudanças no uso da terra;
  • Alterações na água doce;
  • Fluxos biogeoquímicos;
  • Novas entidades, como produtos químicos e plásticos:
  • Acidificação dos oceanos;
  • Depleção da camada de ozono estratosférico;
  • Carga de aerossóis atmosféricos.

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De acordo com esta nova avaliação, 7 deles estão fora do espaço considerado seguro, são eles: alterações climáticas, integridade da biosfera, mudanças no uso da terra, alterações na água doce, fluxos biogeoquímicos, novas entidades e acidificação dos oceanos. E o mais preocupante é que esta situação tende a piorar porque não existem de forma independente. Por exemplo, o clima, os oceanos, os ecossistemas, a água doce e os solos fazem todos parte do mesmo sistema. Alterar um desses componentes pode aumentar a pressão sobre os outros e desencadear efeitos em cascata


fora do espaço considerado seguro, são eles: alterações climáticas, integridade da biosfera, mudanças no uso da terra, alterações na água doce, fluxos biogeoquímicos, novas entidades e acidificação dos oceanos. E o mais preocupante é que esta situação tende a piorar porque não existem de forma independente. Por exemplo, o clima, os oceanos, os ecossistemas, a água doce e os solos fazem todos parte do mesmo sistema. Alterar um desses componentes pode aumentar a pressão sobre os outros e desencadear efeitos em cascata

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Assim, o desvio simultâneo em relação a vários limites aumenta o risco de mudanças persistentes e potencialmente irreversíveis;

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Outra preocupação são os "sumidouros naturais do carbono". As Florestas, solos e outros ecossistemas absorvem uma parte significativa do dióxido de carbono emitido pelo homem. Contudo, as ondas de calor, secas, incêndios florestais e a degradação ambiental podem reduzir essa capacidade. O que está a acontecer é que alguns ecossistemas estão a deixar de poder funcionar como amortecedores das alterações climáticas justamente quando são mais necessários.

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Assim, o desvio simultâneo em relação a vários limites aumenta o risco de mudanças persistentes e potencialmente irreversíveis;

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Outra preocupação são os "sumidouros naturais do carbono". As florestas, os solos e outros ecossistemas absorvem uma parte significativa do dióxido de carbono emitido pelo homem. Contudo, as ondas de calor, secas, incêndios florestais e a degradação ambiental podem reduzir essa capacidade. O que está a acontecer é que alguns ecossistemas estão a deixar de poder funcionar como amortecedores das alterações climáticas justamente quando são mais necessários.

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A situação, no entanto, não significa que um ponto de não retorno tenha sido ultrapassado. Por exemplo, a recuperação da camada de ozono demonstra, de facto, que as tendências ambientais podem ser alteradas quando medidas coordenadas são implementadas.

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O relatório apresenta um panorama preocupante do estado do planeta, mas também uma ferramenta para medir onde estão os maiores riscos e como eles evoluem ao longo do tempo.

A situação, no entanto, não significa que um ponto de não retorno global já tenha sido ultrapassado. Por exemplo, a recuperação da camada de ozono demonstra, de facto, que as tendências ambientais podem ser alteradas quando medidas coordenadas são implementadas.

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O relatório apresenta um panorama preocupante do estado do planeta, mas também uma ferramenta para medir onde estão os maiores riscos e como eles evoluem ao longo do tempo.

2. As distâncias no Universo reduzem-se drasticamente à velocidade "quase" da luz...

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De acordo com a Teoria da Relatividade de Albert Einstein, é possível viajar, no vácuo e alcançar destinos a distâncias  inimagináveis em intervalos de tempo incrivelmente reduzidos, tornando possível ir ainda mais além no Universo e explorar novos mundos, desde que se viaje a uma velocidade extremamente próxima da luz (que tem o valor de: 299.792.458 m/seg.).

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De acordo com a Teoria da Relatividade de Albert Einstein, é possível viajar, no vácuo e alcançar destinos a distâncias  inimagináveis em intervalos de tempo incrivelmente reduzidos, tornando possível ir ainda mais além no Universo e explorar novos mundos, desde que se viaje a uma velocidade extremamente próxima da luz (que tem o valor de: 299.792.458 m/seg.).

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O Professor Brian Cox (físico britânico, professor na Universidade de Manchester e colaborador do CERN) refere que uma nave  espacial a viajar do planeta Terra para a galáxia mais próxima da Via Láctea, a constelação Andrómeda, a uma distância de cerca de 2,54 milhões de anos luz da Terra (1 milhão de anos luz corresponde à distância percorrida pela luz, durante um ano juliano, no vácuo; 9,460,730,472,580 de quilômetros)  poderá não ter que viajar durante os tais 2 milhões de anos para chegar ao seu destino

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O Professor Brian Cox (físico britânico, professor na Universidade de Manchester e ex-colaborador do CERN) refere que uma nave espacial a viajar do planeta Terra para a galáxia mais próxima da Via Láctea - a constelação Andrómeda, a uma distância de cerca de 2,54 milhões de anos luz da Terra (1 milhão de anos luz corresponde à distância percorrida pela luz, durante um ano juliano, no vácuo; 9,460,730,472,580 de quilômetros) - poderá não ter que viajar durante os tais 2 milhões de anos para chegar ao seu destino.

O professor Brian Cox usa como exemplo demonstrativo o LHC (Large Hadron Collider; acelerador de partículas) do CERN (Organisation Européenne pour la Recherche Nucléaire; Organização Europeia para a Investigação Nuclear) em Genebra, Suíça, conhecido por ser o maior laboratório de física de partículas do mundo, que tem um diâmetro de 27 km e é utilizado para investigar as teorias fundamentais da física de partículas. Nele, os protões circulam a cerca de 99,999999% da velocidade da luz. Nessa velocidade, devido à contração relativística, o percurso é muito menor do ponto de vista do protão — Cox menciona um fator de cerca de 7.000. Ou seja, uma distância de cerca de 4 metros; em vez dos 27 kms, que são precorridos numa fração de tempo.

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Ora, pela relatividade especial de Einstein, existe um efeito extraordinário para quem viajar a velocidades extremamente próximas da luz (99,9(9)% dessa velocidade) que consiste no encurtamento das distâncias na direção do movimento.

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Assim, aplicando o mesmo princípio, uma nave que consiga aproximar-se suficientemente da velocidade da luz poderia fazer com que os mais de 2 milhões de anos luz de distância até Andrómeda correspondessem a um tempo muito curto para os viajantes, cerca de 1 a 2 minutos.

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Mas há aqui uma condicionante absolutamente fundamental. Tal não significa que a Terra "veja" a nave chegar a Andrómeda nesse curtíssimo intervalo de tempo. Para a Terra, continuariam a passar os mais de 2 milhões de anos durante a viagem de ida.

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É desta particularidade que resulta o principal "contratempo" desta "relatividade especial".

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Embora, em teoria, essa viagem apenas demore cerca de um ou dois minutos, mas apenas no relógio dos viajantes; para os "observadores" na Terra, continuariam a passar cerca de 2 milhões de anos durante a viagem de ida até ao destino.

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Assim, se os astronautas pretendessem, após o seu regresso, contar a sua história aos seus amigos e familiares, quando chegassem à Terra, teriam passado pelo menos cerca de 4 milhões de anos para quem ficou na Terra; enquanto que para eles poderia ter passado apenas uma pequena fração desse tempo. É precisamente esta diferença entre o tempo medido por diferentes observadores que está no "centro" da relatividade.

3. As preocupações sobre os riscos da Inteligência Artificial para a segurança global...

Sam Altman, CEO da OpenAI, afirmou recentemente que esta tecnologia pode ser «um novo renascimento da criatividade e da descoberta» ou «uma nova revolução Industrial de convulsão e desordem". Dario Amodei, CEO da  Anthropic, afirmou que o ritmo acelerado do progresso da IA trará «benefícios incríveis para o mundo». No entanto, «essas capacidades notáveis vêm acompanhadas de riscos que precisam de ser geridos."

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Já para Bill Gates "o perigo imediato está em quem usa a tecnologia com más intenções".  Na sua opinião, "Criamos uma espécie inteligente que, em muitos aspectos, já é mais esperta do que nós e que, nos próximos anos, estará num nível quase exponencial, será absurdamente mais esperto".

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No entanto há uma questão que se pode suscitar justificados receios e que tem a ver com a eventual utilização crescente da Inteligência Artificial na Segurança e Defesa e, mais ainda, a sua eventual utilização em armamento ou equipamentos letais que possam fugir ao controlo do Estado e  cair nas mãos de organizações ou pessoas mal intencionadas.

Quanto a Bill Gates, cofundador da Microsoft, numa entrevista recente que deu à NBC, afirmou que o risco imediato não é que a "IA fuja do controlo" e possa começar a agir, por vontade própria, à revelia dos valores de éticas, morais e legais. O verdadeiro risco é de "pessoas mal-intencionadas usarem esta tecnologia para os seus fins errados".

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Já para Bill Gates "o perigo imediato está em quem usa a tecnologia com más intenções".  Na sua opinião, "Criamos uma espécie inteligente que, em muitos aspectos, já é mais esperta do que nós e que, nos próximos anos, estará num nível quase exponencial, será absurdamente mais esperto".

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No entanto há uma questão que se pode suscitar justificados receios e que tem a ver com a eventual utilização crescente da Inteligência Artificial na Segurança e Defesa e, mais ainda, a sua eventual utilização em armamento ou equipamentos letais que possam fugir ao controlo do Estado e  cair nas mãos de organizações ou pessoas mal intencionadas.

4. A importância Estratégica atual da Groenlândia...

A Groenlândia é uma peça estratégica importante, sobretudo devido à sua localização geográfica. No entanto, o seu valor estratégico atual não está apenas no facto de se encontrar entre a América do Norte, o Atlântico Norte e o Ártico; a sua importância estratégica decorre também da diversidade e quantidade dos seus recursos naturais.

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Quanto à sua localização geográfica, ela é particularmente importante porque se situa numa posição fundamental para vigiar o Atlântico Norte e o Ártico, no chamado GIUK Gap, a zona marítima entre a Groenlândia, a Islândia e o Reino Unido — uma das principais passagens entre as águas russas do Ártico e o Atlântico Norte.

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Importa ainda sublinhar que a importância crescente da Groenlândia está profundamente ligada às mudanças climáticas. O recuo progressivo do gelo está a tornar algumas rotas do Ártico progressivamente mais acessíveis, podendo vir a alterar, no futuro, os fluxos comerciais entre Ásia, a Europa e América do Norte. A título de exemplo, refira-se que em setembro do corrente ano, o tráfego na Rota Marítima do Norte atingiu níveis recorde.

Obviamente, a Groenlândia não controla essa rota "russa", mas a sua posição permite apoiar a vigilância, navegação, busca e salvamento e presença militar no espaço ártico.

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Por essa razão os EUA mantêm a sua presença militar na Groenlândia, com a Pituffik Space Base (antes, Thule Air Base) que dispõe de meios que desempenham tarefas de alerta prévio/antecipado de mísseis (com o seu radar que detecta mísseis balísticos), vigilância espacial e apoio às operações de defesa aero espacial.

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Aliás, o interesse dos EUA pela Groenlândia está longe de ser novo. Em 1867 (quando EUA compraram o Alasca à Rússia), a Casa Branca propôs adquirir a Groenlândia e a Islândia. Contudo, a proposta chegou aos ouvidos do Congresso americano, tendo os parlamentares prontamente rejeitado a iniciativa porque não viam vantagem em adquirir terra tomada pelo gelo.

A Groenlândia é igualmente importante para a NATO porque a segurança do Atlântico Norte depende da manutenção segura das ligações marítimas e aéreas entre a América do Norte e a Europa., considerando o Ártico e o High North uma área crescentemente importante para a sua defesa coletiva.

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Mas a Groenlândia, para além da sua localização estratégia tem ainda uma outra característica que a torna tão importante e que está na origem do aumento do interesse, por esta região, por parte das grandes potências: as suas riquezas naturais.

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De facto, esta é uma região que possui um enorme potencial para diversos minérios críticos (alguns dos

A Groenlândia é igualmente importante para a NATO porque a segurança do Atlântico Norte depende da manutenção segura das ligações marítimas e aéreas entre a América do Norte e a Europa., considerando o Ártico e o High North uma área crescentemente importante para a sua defesa coletiva.

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Mas a Groenlândia, para além da sua localização estratégia tem ainda uma outra característica que a torna tão importante e que está na origem do aumento do interesse, por esta região, por parte das grandes potências: as suas riquezas naturais.

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De facto, esta região possui um enorme potencial para diversos minérios críticos (alguns dos quais são relevantes para eletrônica, tecnologias avançadas, baterias, energias renováveis e para a indústria de defesa), incluindo as terras raras.

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Sendo de sublinhar que as terras raras - utilizadas na fabricação de baterias, telemóveis, computadores, ímãs potentes e armamentos de alta tecnologia que - tornaram-se num dos recursos mais estratégicos do século XXI, sendo a China, atualmente,  o seu principal produtor a nível mundial.

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5. Que futuro para a IA? Um futuro de colaboração com a humanidade ou de destruição?

Tema a desenvolver na próxima atualização de conteúdos, em novembro de 2026